terça-feira, 20 de março de 2012

É hora de se parar de pagar a dívida pública e investir em educação!


O Brasil 'deve' uma fortuna que se paga paga paga e a dívida nunca acaba. Em 2011, o volume total dessa dívida cresceu 10,7% e atingiu o impressionante valor de R$ 1,86 trilhão. Esse valor representa o endividamento da União, dos Estados e Municípios com credores nacionais e internacionais. 62,5% dessa dívida está nas mãos de bancos, de fundos de investimentos e pensão e de seguradoras nacionais e internacionais; os 37,5% restantes, nas mãos de milionários brasileiros e estrangeiros; ou seja, não existe nenhum pequeno comerciante ou trabalhador que empreste dinheiro ao governo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Estudantes do EEPUL Lutam Junto com a APES-PB por Melhores Estruturas na Escola

Estudantes da Escola Estadual Profª Ùrsula Lianza (EEPUL) junto com o Grêmio Livre Estudantil João Pedro Teixeira ( Gestão REBELE-SE ) e a APES, lutam por reformas na escola, tendo em vista que a escola sofre de infiltração, rachaduras, falta de banheiros com chuveiro, dormitório e um refeitório de boa estrutura, os estudantes não aceitam mais passar 12 horas dentro da escola, logo que no inicio deste ano o Governo do Estado tornou o EEPUL como escola "exemplo" e em tempo integral, mesmo sabendo que a escola não tem a menor possibilidade para suportar um ensino integral, pois os estudantes sofre com a má estrutura da escola, não tendo por exemplo banheiro com chuveiro para poder passar as 12 horas dentro da escola, nem um dormitório para descanso logo após o almoço, nem uma quadra poli-esportiva para os alunos praticarem esportes, esta é a realidade dentro do EEPUL, nos últimos dias os estudantes junto com o grêmio e a APES, paralisaram as aulas em forma de protesto e logo após foram liberados pela direção, e depois foi jogado imagens feita por estudantes na imprensa para mostrar ao povo Paraibano qual é a realidade da sua escola.
A APES vem por meio desta nota prestar total solidariedade ao EEPUL e a qual quer outra escola que os estudantes passem pelo mesmo problema, e a APES faz o chamado para essas escolas se juntarem a Jornada de Luta Edson Luiz que tem inicio neste mês de  março, que vai ser uma jornada com muita luta e  combatividade.

quarta-feira, 14 de março de 2012

NOTA PÚBLICA DE APOIO A ENVER JOSÉ LOPES CABRAL

Vimos, através desta, tornar público o nosso apoio ao estudante universitário Enver José Lopes Cabral, que está sendo processado judicialmente por crimes que não cometeu, quando o real propósito das falsas acusações por parte de empresários dos transportes se dá em virtude de seu engajamento nos protestos contra o aumento da tarifa do transporte público na cidade de João Pessoa. 

Os processos judiciais em questão discutem a suposta autoria de Enver Lopes nos crime de lesão corporal e manejo de explosivo e tramitam na Justiça Criminal em João Pessoa e serão julgados nos próximos dias 26 e 27 de março de 2012.
Enver Lopes é uma respeitada liderança estudantil, e, pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Paraíba, que, foi escolhido para representar esse segmento em comissão cujo papel era discutir questões ligadas ao transporte público entre diversos segmentos da sociedade civil e do Poder Público.
O estudante esteve sempre à frente dos protestos contra o aumento das passagens em João Pessoa. As mobilizações que ocorrem em boa parte do nosso país sempre que se aumenta a tarifa de ônibus é uma verdadeira demonstração coletiva de que a sociedade está atenta às reais condições de efetivação da liberdade de ir e vir, direito básico de nossas democracias. A população já não suporta viver tolhida de seus direitos em nome da lógica de mercado, e por isso protesta e protestará, fazendo uso de suas prerrogativas em um Estado Democrático de Direito. No entanto, os segmentos que, com razão, protestam, são muitas vezes vistos como “baderneiros” e tidos como praticantes de ilegalidades, quando outra coisa não fazem que reivindicar os seus direitos. A esse processo chamamos criminalização das lutas dos movimentos sociais. É inaceitável que tratem os cidadãos que lutam por direitos como baderneiros ou criminosos. 
Apoiamos Enver Lopes porque estamos certos de que ele não cometeu os crimes dos quais está sendo acusado, mas está sendo perseguido por sua atuação junto ao movimento contra o aumento da tarifa dos transportes públicos em João Pessoa.



ASSINAM A NOTA:
DCE UEPB; DCE UFCG; UNE 1ª VICE PRESIDÊNCIA; UNE VICE PB/RN; APES-PB; APES-JP; UBES- VICE PB; UJR 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Repressão na Escola Estadual Central em Belo Horizonte

União da Juventude Rebelião entrevista Julia, militante da UJR e presidente do Grêmio do Estadual Central, detida dentra da escola pela PM de Minas ao convocar os estudantes para a manifestação pelo meio-passe em Belo Horizonte.

Moção de apoio à UEPB


A APES-PB  torna público a todos os membros da sociedade paraibana o apoio a UEPB e a todo o seu corpo acadêmico.
Como é sabido por todos, a recente postura do governador do estado Ricardo Coutinho é de total desrespeito com a educação e com o povo paraibano. Após ter fechado várias escolas em todo o estado, o gevernador decidiu desrespeitar a UEPB com o não cumprimento da lei de autonomia. A UEPB, patrimônio do povo paraibano, fruto de grandes lutas desde sua criação sofre agora uma grande ameaça, somente com a união das diversas categorias e entidades poderemos defender a historia da Paraiba.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Lançamento Estadual da Conferencia de Mulheres das Americas

Esta Acontecendo agora no auditório do H.U o Lançamento Estadual da Conferencia de Mulheres das Americas, com um ritmo forte e muito combativo, e esta sendo retrasmitido ao-vivo pela internet no seguinte LINK , a APES-PB esta marcando uma presença forte na conferencia!, logo mais estaremos trazendo novas noticias da conferencia.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito

A Polícia Militar iniciou na manhã do dia 22/01, a reintegração de posse na ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo.
Ocupado há 8 anos, o terreno de 1,3 milhão de metros quadrados pertence à massa falida da empresa Selecta S/A do megaespeculador Naji Nahas, acusado pela Polícia Federal por operações fraudulentas na bolsa de valores, utilizando suas empresas, inclusive a Selecta, para gerar especulações.
Estima-se que cerca de 9 mil pessoas vivem na comunidade. Uma mega operação que já gastou cerca de R$ 8,4 milhões e contou com cerca de 2 mil soldados do batalhão de choque, helicópteros e carros blindados agiu com muita repressão, violência e truculência. Os moradores resistiram a deixar o local, tentando impedir a entrada dos policiais na ocupação e assim começaram os confrontos. Balas de borracha, bombas de gás-lacrimogênio e de efeito moral,espancamentos e até balas comuns fizeram parte da operação contra homens, mulheres, crianças e idosos. 

Dados oficiais anunciam que, até agora, 63 pessoas foram presas. A polícia acusa todos de serem suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas, roubos e outros, e afirma que a desocupação tem sido pacífica com exceção desses casos, porém os moradores negam essa afirmação.
Não há, até este, momento nenhuma confirmação de mortos ou feridos por parte da polícia e a imprensa anuncia ter informação de 10 feridos. No entanto, segundo informações dos militantes do MST, ao menos 3 pessoas foram assassinadas, entre elas uma criança de 4 anos de idade, que morreu após levar 1 tiro de borracha no pescoço.
“Temos várias testemunhas, mas os hospitais – por ordem expressa da prefeitura e da PM – não confirmam as informações, temendo ampliar a indignação e a resistência”, informa Guilherme Boulos, militante do MST.
Conflito de competências ou luta de classes?
A polícia cumpre uma ordem emitida pela juíza Maria Loureiro, da Justiça Estadual, para reintegração de posse. Entretanto, o Tribunal Regional Federal (
) estabeleceu uma liminar suspendendo a reintegração. Este “conflito de competências” do judiciário foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas, antes mesmo de seu parecer, a decisão estadual foi acatada, demonstrando mais uma vez que a justiça nessa sociedade tem lado e defende os interesses da burguesia.
Hoje, militantes do MST, entidades e pessoas apoiadoras ocuparam o Ministério da Justiça em Brasília com o objetivo de pressionar o Governo Federal a enviar tropas da Polícia Federal para que a decisão do TRF de São Paulo, que cancela o despejo do Pinheirinho, seja cumprida.
Segundo o MST, “uma oficial de justiça do TRF esteve ontem no despejo para notificar o comandante da PM de SP para parar a operação, mas sem o envolvimento da Polícia Federal isso não ocorrerá”.
“A Polícia Federal tem o dever legal de cumprir a ordem da Justiça Federal, por isso ocupamos o Ministério”, completa o informe do Movimento.

A APES se solidariza com os moradores do Pinheirinho e condena a política fascista do governo de São Paulo, mais uma vez agindo em defesa da burguesia e para isso, pondo em risco a vida de trabalhadores e trabalhadoras.
Reafirmamos a necessidade da luta pela reforma urbana com políticas efetivas de atenção ao enorme déficit habitacional do nosso país, que priva nosso povo do direito humano de morar dignamente, como tarefa urgente dos movimentos populares e a luta pelo socialismo como estratégia única capaz de eliminar definitivamente as desigualdades sociais no Brasil e no mundo!

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